Jihad Islâmica se nega a prolongar a trégua com Israel

O movimento radical palestino Jihad Islâmica se declarou nesta terça-feira contra a prolongação da trégua vigente com Israel em Gaza, que expira na próxima sexta-feira.

AFP |

"A trégua com o inimigo não permitiu realizar nossos objetivos (o fim do bloqueio em Gaza) e representa uma ameaça contra o interesse de nosso povo", afirma a Jihad Islâmica em um comunicado.

A Jihad reivindicou nesta terça-feira o disparo de foguetes contra Israel.

Novos disparos de foguetes palestinos foram realizados nesta terça-feira contra o sul de Israel.

De acordo com uma fonte militar israelense, três foguetes caíram em um terreno baldio do sul do país, sem provocar vítimas ou danos materiais.

A Jihad Islâmica reivindicou os disparos de quatro foguetes em represália pela morte de um de seus membros na Cisjordânia.

Tropas israelenses mataram nesta terça-feira um miliciano palestino durante uma operação ao norte da Cisjordânia.

De acordo com as fontes palestinas, Jihad Mawahda, 23 anos, foi ferido a tiros quando deixava um cibercafé em Al-Yamin, ao norte de Jenin.

Uma porta-voz do Exército israelense declarou que a vítima, um dirigente local da Jihad Islâmica, faleceu a caminho do hospital em uma ambulância militar israelense.

Na mesma operação, o Exército de Israel prendeu 22 palestinos que eram procurados pela justiça do país.

Os incidentes acontecem a poucos dias do fim da trégua de seis meses que entrou em vigor em 19 de junho, obtida com a mediação do Egipto entre o Estado hebreu e o movimento radical palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde junho de 2007.

rb/fp/cn

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