O Irã não conseguiu sair de seu isolamento diplomático depois do jantar organizado pelo país na quinta-feira, em Nova York, para os membros do Conselho de Segurança da ONU, comentou o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, acrescentando que o evento foi "uma chance perdida"." /

O Irã não conseguiu sair de seu isolamento diplomático depois do jantar organizado pelo país na quinta-feira, em Nova York, para os membros do Conselho de Segurança da ONU, comentou o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, acrescentando que o evento foi "uma chance perdida"." /

Jantar promovido pelo Irã foi 'chance perdida' (EUA) e uma boa reunião (Teerã)

O Irã não conseguiu sair de seu isolamento diplomático depois do jantar organizado pelo país na quinta-feira, em Nova York, para os membros do Conselho de Segurança da ONU, comentou o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, acrescentando que o evento foi "uma chance perdida".

AFP |

O Irã não conseguiu sair de seu isolamento diplomático depois do jantar organizado pelo país na quinta-feira, em Nova York, para os membros do Conselho de Segurança da ONU, comentou o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley, acrescentando que o evento foi "uma chance perdida".

"Foi mais uma chance perdida pelo Irã de cumprir suas obrigações internacionais", declarou.

No entanto, no entender do chefe da diplomacia iraniana, Manuchehr Mottaki, foi uma "boa reunião" que permitiu explicar os pontos de vista do governo de Teerã, insistiu o chanceler nesta sexta-feira, em Istanbul.

"Foi uma boa oportunidade (...) Expliquei a posição do Irã sobre o Tratado de Não Proliferação nuclear, as últimas evoluções da questão da troca de urânio", declarou Mottaki à imprensa durante entrevista junto com o ministro turco Ahmet Davutoglu.

"O nosso objetivo nessas discussões era de que os membros da ONU apoiassem nossas propostas (...) Foi uma boa reunião", frisou o ministro, segundo a tradução de suas propostas para o turco.

O jantar organizado na quinta-feira, na residência do embaixador iraniano, em Manhattan, Nova York, foi um dos encontros de mais alto nível entre Estados Unidos e Irã desde a Revolução Islâmica de 1979. Os Estados Unidos foram representados pelo número dois de sua missão na ONU, Alejandro Wolff.

"Vejo (o jantar) como um sinal de que o Irã está bastante preocupado", declarou nesta sexta-feira Anne-Marie Slaughter, responsável pela estratégia política do Departamento de Estado americano e uma das colaboradoras mais próximas da secretária Hillary Clinton.

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