Israel prende árabes por suposto plano contra Bush

JERUSALÉM (Reuters) - Israel acusou nesta sexta-feira seis árabes de tentarem criar uma célula da Al Qaeda em Israel e disse que um deles propôs atacar helicópteros usados durante uma recente visita do presidente dos EUA, George W. Bush. A agência de inteligência Shin Bet disse que um dos suspeitos usou seu celular para filmar helicópteros num estádio de Jerusalém que foi usado como heliponto pela comitiva de Bush.

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O suspeito então teria colocado as imagens em sites usados por agentes da Al Qaeda, pedindo orientação sobre como abater os helicópteros, segundo relato do Shin Bet.

Bush esteve em Israel em janeiro e maio deste ano.

Os advogado dos seis suspeitos não foram localizados para comentar.

A Shin Bet disse que quatro suspeitos são palestinos residentes em Jerusalém Oriental, e dois outros são árabes com cidadania israelense, radicados em outros lugares do país.

De acordo com a agência, eles se reuniram várias vezes na sagrada mesquita de Al Aqsa, em Jerusalém, para organizar uma célula da Al Qaeda. De acordo com Israel, computadores apreendidos com vários suspeitos continham manuais relativos à produção de bombas.

Neste mês, Israel já havia indiciado dois beduínos com cidadania israelense por supostamente serem ligados à Al Qaeda e tramarem ataques dentro do Estado judeu.

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(Reportagem de Avida Landau)

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