Israel começa a libertar 227 presos palestinos

JERUSALÉM - A libertação de 227 presos palestinos pelo governo de Israel começou ao meio-dia (hora local) desta segunda-feira, enquanto em Gaza e na Cisjordânia as famílias se preparam para recebê-los.

EFE |

A libertação teve início após os trâmites administrativos necessários e depois que a Suprema Corte rejeitou os recursos de última hora apresentados por uma associação de vítimas do terrorismo e um conselho de colonos, que pediam a anulação da medida.


Israel começa a libertar os presos palestinos nesta segunda / AP

A grande maioria dos presos - 209 - será levada da prisão de Ofer, ao norte de Jerusalém, até o posto de controle militar de Beitunia, na Cisjordânia. Os 18 restantes viajarão sob fortes medidas de segurança da prisão de Shikma, ao sul de Tel Aviv, até a passagem fronteiriça de Erez, no norte da Faixa de Gaza.

A libertação dos presos é um gesto de boa vontade de Olmert para com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, por ocasião da festa do Eid al-Adha (Sacrifício) e estava prevista para se concretizar na semana passada.

Na segunda-feira passada, Israel justificou o adiamento da libertação com a afirmação de que Abbas, que estava em peregrinação a Meca, deveria estar presente quando os presos chegassem a Ramalah. A ANP negou isso.

Os palestinos que serão soltos são, em sua maioria, simpatizantes do Fatah, a facção nacionalista liderada por Abbas.

Nenhum deles participou do assassinato de cidadãos israelenses e suas penas são relativamente curtas, entre quatro e cinco anos.

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