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Israel anuncia cessar-fogo unilateral; Hamas diz que continua a lutar

TEL AVIV - O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert anunciu um cessar-fogo unilateral na Faixa de Gaza depois da reunião deste sábado do gabinete de segurança. O Hamas, no entanto, afirmou que continuará a lutar. A http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/nahum/2009/01/17/egito+consegue+cessar+fogo+entre+israel+e+hamas+3428961.html target=_topinformação havia sido adiantada pelo correspondente internacional do iG, Nahum Sirotsky.

Redação com agências internacionais |

Segundo Olmert, Israel conseguiu atingir todos os seus objetivos no conflito contra o Hamas, uma vez que o grupo palestino foi duramente atingido e sua capacidade de lançar foguetes contra o território israelense foi severamente limitada. A ofensiva israelense em Gaza durou cerca de três semanas.

O cessar-fogo, que, segundo Olmert, foi uma resposta ao apelo do Egito, terá início no domingo. Olmert disse que as tropas israelenses permanecerão em Gaza por enquanto e o Hamas poderá ser "surpreendido novamente" se voltar atacar Israel.

A decisão foi aprovada pelo Conselho de Segurança do Estado judeu, órgão composto pelo governo, os altos comandantes do Exército e os chefes dos serviços de segurança.

Apesar do cessar-fogo, Israel manterá suas tropas em Gaza, por "alguns dias". "As forças terrestres permanecerão no interior de Gaza durante alguns dias. Serão reposicionados e vão se retirar ordenadamente", declarou um funcionário do ministério da Defesa, que pediu para não ser identificado.

Hamas rejeita trégua

Momentos antes do comunicado israelense, o movimento islamita Hamas rejeitou a trégua unilateral .

"Nunca aceitaremos a presença de nenhum soldado (israelense) em Gaza, qualquer que seja o preço", disse Fawzi Barhum, porta-voz do movimento islamita, em alusão à possível trégua, que não inclui uma retirada das forças israelenses do território palestino.

Um cessar-fogo unilateral não significa o fim da agressão (israelense) e o fim do sítio (causado pelo fechamento das fronteiras entre Israel e Gaza). Isso (o cerco) constitui um ato de guerra, e então isso não significa o fim da resistência", afirmou Barhum.

22º dia de ataques

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