Um tribunal de Cartum condenou nesta quarta à forca quatro islamitas pelo assassinato, em 2008, de um diplomata americano e seu motorista sudanês.

John Granville, de 33 anos, que trabalhava para a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), e seu motorista, o sudanês Abdel Rahman Abas, de 40 anos, morreram alvo de vários disparos em 1o. de janeiro de 2008.

Em sua decisão, a justiça determinou que quatro islamitas sejam enforcados por participar nos assassinatos e um quinto a pagar dois anos de prisão por ter fornecido a arma do crime.

Um dos quatro condenados é filho do chefe do pacífico grupo muçulmano sudanês Ansar al Suna, sem atividade política, mas vinculado ao wahhabismo, uma forma rígida do Islâ predominante na Arábia Saudita.

Segundo o centro americano SITE, especializado na vigilância das páginas islamitas, o duplo assassinato foi reivindicado por um grupo chamado "Ansar al Tawhid", oposto à "cristianização do Sudão", país de origem muçulmana.

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