Iraque ainda é o pais mas perigoso para jornalistas--relatório

NOVA YORK (Reuters) - O Iraque continua sendo o país que mais oferece risco de morte para jornalistas em 2008 pelo sexto ano consecutivo ao registrar a morte de 11 repórteres, apurou o relatório anual do Comitê de Proteção ao Jornalista. Todos os mortos neste ano eram repórteres locais que trabalhavam para o noticiário doméstico. O número está abaixo do recorde de 32 mortes no Iraque nos dois anos anteriores, informou o grupo.

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Em todo o mundo, 41 jornalistas foram mortos neste ano enquanto trabalhavam, abaixo das 65 mortes registradas no último ano, disse a organização com base em Nova York.

Conflitos no Paquistão, Afeganistão, Sri Lanka e Índia provocaram a morte de um total de 13 jornalistas. O grupo também registrou três mortes na Tailândia e no conflito entre a Rússia e a Geórgia pela disputa do território da Ossétia do Sul.

(Reportagem de Nick Zieminski)

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