Irã julgará 500 dos 2.500 presos nos protestos contra resultados eleitorais

Teerã, 8 jul (EFE).- O Irã julgará 500 das 2.

EFE |

500 pessoas que foram presas durante os enfrentamentos e protestos realizados contra os resultados das eleições presidenciais do dia 12 de junho, que reelegeram o presidente Mahmoud Ahmadinejad, informaram hoje fontes oficiais.

"A Procuradoria Geral aceitou os casos de 500 de detidos que ainda se encontram em prisão", explicou à imprensa o deputado Mohamad Reza Tabesh, quem se reuniu hoje com o Procurador-Geral do Estado, Qorban Ali Dori Najafabadi.

O parlamentar detalhou que "os casos serão transferidos aos juizados para que possam realizar uma investigação completa dentro do marco legal".

Alguns casos poderiam ser julgados pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional, advertiu Tabesh, em declarações à emissora "PressTV".

Najafabadi afirmou que das 2.500 pessoas presas nas últimas duas semanas "um total de 2 mil já foram colocadas em liberdade", muitas delas depois de pagar uma fiança.

Horas antes, o chefe da Polícia Nacional iraniana, Ismail Ahmed Moghadam, tinha anunciado a libertação nas próximas 48 horas de 100 pessoas presas durante as três semanas de enfrentamentos e protestos. EFE jm/pd

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG