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Irã acusa EUA e Israel por atentado que matou cientista nuclear

O porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores acusou o regime sionista e os Estados Unidos de estarem vinculados ao atentado com uma moto-bomba que matou nesta terça-feira em Teerã o cientista nuclear Masud Ali Mohammadi.

AFP |

"Os primeiros elementos da investigação revelam sinais da maléfica ação do triângulo Estados Unidos, regime sionista e seus mercenários neste atentado terrorista", declarou o porta-voz Ramin Mehmanparast.

"Estas ações terroristas e a eliminação de sábios nucleares do país não afetarão o programa nuclear iraniano, e sim vão acelerá-lo", completo.

A televisão estatal iraniana já havia acusado "agentes sionistas e americanos" pelo atentado.

O cientista nuclear e professor universitário Masud Mohamadi morreu nesta terça-feira na explosão de uma bomba perto de sua casa em Teerã.

"Masud Mohamadi, professor da Universidade de Teerã, morreu na explosão de uma moto-bomba nesta terça-feira", anunciou a Press TV, canal estatal em língua inglesa.

Segundo a agência Borna News - filial da agência oficial Irna -, Mohammadi era "um alto cientista nuclear do país".

A explosão aconteceu perto da residência do professor, no bairro de Qeytariyeh, norte de Teerã.

O procurador-geral de Teerã, Abbas Jafari Dolatabadi, anunciou que Mohamadi era especializado em energia nuclear e morreu quando entrava em um carro. A moto-bomba, que explodiu acionada por controle remoto, estava estacionada ao lado do veículo do professor.

Dolatabadi informou que uma investigação foi aberta para identificar os responsáveis e determinar as motivações do atentado.

O canal estatal persa Al-Alam chamou Masud Mohamadi de professor ligado aos ideais revolucionários que se tornou mártir, atribuindo o atentado a contrarrevolucionários, o que indica que a vítima estava vinculada ao poder e tinha funções políticas.

Um vizinho afirmou à AFP que a explosão foi muito forte e quebrou os vidros dos veículos e casas próximas.

aet-hif/fp

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