Interpol pede trabalho conjunto para evitar massacres como o da Finlândia

Paris, 24 set (EFE).- Após um estudante matar 10 pessoas e depois se suicidar em um centro de formação profissional da Finlândia, a Interpol pediu hoje que o país e a comunidade trabalhem com a Polícia para evitar que este tipo de crime se repita.

EFE |

O assassino, Matti Saari, de 22 anos, foi interrogado pela Polícia no dia anterior ao massacre após ter colocado alguns vídeos com ameaças no site YouTube, mas não foi detido por se considerar que não representava perigo.

O secretário-geral da Interpol, Ronald K. Noble, declarou que "ninguém deveria apontar e responsabilizar a Polícia simplesmente porque um crime grande tenha acontecido".

Os países devem considerar iniciar um marco de regulação que permita a revogação das formas de armas e a apreensão daquelas cujos proprietários tenham um comportamento que possa representar uma ameaça, declarou Noble.

"Culpar as forças da ordem como primeira reação poderia minar a confiança pública na Polícia, não apenas no país ou na comunidade afetada, mas no mundo todo", acrescentou o secretário-geral desta entidade com sede em Lyon.

Por isto propôs em comunicado que o país, a comunidade e os serviços de Polícia trabalhem conjuntamente para decifrar o que aconteceu e fazer tudo o que estiver em suas mãos para criar leis, práticas e programas educacionais para reduzir as probabilidades que se repitam crimes similares. EFE jaf/fal

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