Interpol não crê que assassinato de americano em Pequim seja ato terrorista

Paris, 9 ago (EFE).- As análises preliminares das bases de dados da Interpol levam a crer que o assassinato hoje, em Pequim, de um turista americano, parente de um treinador da equipe masculina de vôlei dos Estados Unidos, foi um caso isolado, e não um ato terrorista.

EFE |

"As análises preliminares de nossas bases de dados sugerem que o assassinato-suicídio de hoje foi um ato isolado, embora brutal", mas "nossa investigação determinará se há laços criminosos organizados ou internacionais", afirmou a Interpol, em comunicado.

A organização com sede em Lyon, na França, comparou o nome do assassino, Tang Yongming, com as de mais de 178 mil pessoas registradas em suas bases de dados, das quais 12 mil são suspeitas de terrorismo, mas não encontrou coincidências.

No entanto, ofereceu às autoridades chinesas a realização de uma comparação urgente das impressões digitais e do DNA de Tang para contrastá-lo com outras bases de dados, disse o secretário-geral da Interpol, Ronald K. Noble.

Um turista americano morreu hoje após ser atacado no centro de Pequim por um homem de 47 anos e nacionalidade chinesa, que também feriu a companheira da vítima e um guia turístico chinês.

A agressão aconteceu por volta das 12h20 (1h20 de Brasília), e depois o atacante se suicidou, ao pular do segundo andar da Torre do Tambor, um popular ponto turístico da capital chinesa. EFE jaf/an

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