Internautas elegem GPS como avanço mais importante da Nasa

Washington, 22 abr (EFE).- O GPS, um aparelho que permite localizar com precisão um ponto em qualquer lugar do planeta, foi eleito hoje o avanço mais importante alcançado pela Nasa nas observações da Terra.

EFE |

O resultado da votação que colocou em primeiro o Sistema de Posicionamento Global entre 10 possibilidades foi anunciado hoje pela agência espacial americana coincidindo com a comemoração do Dia da Terra.

A votação ficou aberta durante uma semana e, após a apuração, foi determinado que o GPS tinha obtido 3.280 votos, contra os 2.408 do sistema para diagnosticar a redução da camada de ozônio.

Em terceiro, com 2.313 votos, ficaram os avanços nas previsões meteorológicas conseguidos com a informação dos satélites que agora permitem determinar como o tempo em qualquer lugar do mundo estará com uma semana de antecedência.

Segundo a agência espacial americana, por trás da simplicidade do GPS existe um acúmulo enorme de conhecimento científico sobre o movimento e as mudanças que ocorreram na Terra.

"A navegação precisa com os satélites GPS seria impossível sem um conhecimento ultrapreciso da forma da Terra e de sua rotação", disse.

Os especialistas apostavam no GPS como vencedor, mas não previam que o novo conhecimento adquirido pela Nasa em relação à camada de ozônio superaria outros avanços mais espetaculares, como o do aquecimento e o aumento do nível do mar, ou o deslocamento das massas de gelos polares.

Quanto ao terceiro lugar, a Nasa disse que o novo sistema de previsão meteorológica que permite prever uma tempestade com uma semana de antecedência graças aos satélites tornou o mundo "um lugar mais seguro para viver quando se trata de climas perigosos".

Os outros avanços da Nasa que ocuparam as primeiras posições foram: o aquecimento e aumento dos níveis do mar (4º), o alcance mundial da poluição aérea (5º) e o deslocamento das camadas de gelo (6º).

Além disso, a verde ecologia do planeta (7º), as previsões de fome (8º), o mundo aquático (9º) e a localização das fontes de energia no mundo (10º). EFE ojl/db

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