Insulza descarta que EUA não apoiem sua reeleição na OEA

Santiago do Chile, 13 jul (EFE).- O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, descartou hoje a suposta falta de apoio que os Estados Unidos teriam manifestado para sua reeleição no organismo regional.

EFE |

"Aconteceu o de Cuba, aconteceu o de Honduras, muita gente não está feliz e se você lê as poucas fontes que estão com nome são fontes de direita dos EUA, opositores ao Governo desse país", disse Insulza aos jornalistas, ao chegar a Santiago.

O político chileno participará de uma reunião do Clube de Madri que debaterá a dimensão política da crise internacional e de um Congresso de Ciência Política.

Sobre as versões que afirmam que Washington já se mostrou contra sua reeleição como secretário-geral da OEA, Insulza disse que as fontes consultadas "não são as fontes mais qualificadas, mas, por algum motivo, as pessoas nos jornais acham que é preciso dar-lhes credibilidade".

Afirmou que "há uma intenção de causar um efeito e um dano, mas o importante é que os que deveriam dizer isso estão desmentindo", disse o ex-chanceler e ex-ministro do Interior chileno.

Segundo o jornal "El Mercurio", a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, informou à presidente chilena, Michelle Bachelet, que não respaldará a reeleição de Insulza na Secretaria-Geral da OEA.

No entanto, o subsecretário para Assuntos do Hemisfério Ocidental americano, Thomas Shannon, disse no domingo que "Washington não expressou uma posição ao Governo chileno sobre este tema", publica hoje o jornal chileno "La Tercera". EFE mc/an

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