Bangcoc, 26 dez (EFE).- Indonésia e Tailândia lembraram hoje com diferentes cerimônias as cerca de 175 mil pessoas que morreram no tsunami que arrasou parte dos litorais desses países há quatro anos.

A Tailândia, com 5.395 vítimas fatais, 445 pessoas que seguem como desaparecidas e 388 corpos ainda para identificar, organizou os atos mais cerimoniosos, possivelmente porque entre os mortos está Khun Bhumi Jensen, neto do rei Bhumibol Adulyadej.

Filho da princesa Ubolratana Rayakanya, a mais velha do soberano, Khun Bhumi era autista e morreu aos 21 anos.

O tsunami de 2004, que se formou em frente à ilha indonésia de Sumatra, castigou as costas de seis províncias do sul tailandês: Krabi, Phang-nga, Phutet, Ranong, Satun e Trang.

O parque em memória do tsunami de Ban Nam Khem receberá rituais budistas, cristãos e islâmicos em lembrança das vítimas.

Milhares de pessoas se reuniram em Banda Aceh, capital da província de Aceh e local mais castigado da Indonésia pelo tsunami, para lembrar os "mártires" da catástrofe, nas palavras do governador, Ramli Mansur.

Quase todos os 168 mil mortos e três milhões de desabrigados pelo desastre pertencem a Aceh, província que ocupa o norte da ilha de Sumatra e em frente ao local do epicentro do terremoto de 8,9 graus de magnitude que formou as ondas gigantes. EFE tai/mh

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