Incêndio em ilha grega de Rhodes segue fora de controle

Atenas, 25 jul (EFE).- O incêndio ocorrido na ilha de Rhodes, na Grécias, onde já se queimaram mais de 2.

EFE |

300 hectares de floresta, continua fora de controle, embora não ameace as zonas habitadas ou turísticas, segundo informaram hoje as autoridades locais.

Após quatro dias consecutivos, 500 bombeiros e soldados seguem combatendo o incêndio florestal no sul desta ilha do Mar Egeu, nas imediações do litoral turco, com as dificuldades decorrentes ainda das altas temperaturas e dos fortes ventos.

O incêndio de Rhodes é mais um dos muitos registrados esta semana em diferentes pontos da Grécia, entre eles, um ocorrido na região de Varibopi, próxima a Atenas, e outro em Panagulas, a 200 quilômetros da capital, onde parte da população teve que ser evacuada como medida de precaução.

Por sua parte, a Comissão Européia (CE) anunciou a ativação de seu Mecanismo de Defesa Civil, em resposta ao pedido de ajuda por parte da Grécia.

O mecanismo, que coordena o pedido e o envio de ajuda dos países europeus, mobilizou até agora quatro aeronaves de luta contra incêndios e uma de coordenação.

Quatro aviões cisterna da Itália e França, junto com um helicóptero enviado do Chipre, ajudam nas tarefas de extinção do fogo, junto com outros seis aviões e seis helicópteros gregos, 34 caminhões, 30 máquinas escavadoras e 20 veículos cisterna.

Duas pessoas foram acusadas pela justiça local de Rhodes de "motivarem o início dos incêndios por negligência".

Em Panagula, ao oeste de Atenas, os incêndios ameaçavam hoje várias zonas habitadas e turísticas, levando as autoridades a ordenarem a evacuação de parte da população local, segundo informou a Defesa Civil.

Centenas de bombeiros, 24 caminhões-pipa, cinco aviões e um helicóptero cisterna se esforçavam para extinguir as chamas antes do cair da noite.

Além disso, outro incêndio, no cordão industrial da região de Mandra, em Atenas, ainda se encontra "fora de controle", segundo informou à Efe o serviço de bombeiros do país, que acrescentou que a situação é "preocupante" pelas fortes rajadas de vento. EFE af/gs

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