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Imprensa americana analisa com cautela o debate eleitoral

A maioria dos jornais americanos fez uma análise cautelosa neste sábado sobre o primeiro debate entre o candidato democrata Barack Obama e o republicano Jonh McCain na corrida para a Casa Branca, sem dar nenhum dos dois como claro vencedor.

AFP |

O primeiro debate televisivo entre os candidatos a suceder George W. Bush "ofereceu em geral um alívio ao ambiente desagradável da campanha", segundo o jornal New York Times. Muito além de algumas agressões, o tom tanto de Obama quanto de Mccain foi em geral civilizado, afirmou em nota editorial.

"Os americanos puderam ver algumas diferenças claras sobre as visões dos candidatos para corrigir as regulamentações desastrosas que provocaram a crise em Wall Street e a respeito dos impostos e da gestão das guerra no Iraque e no Afeganistão", escreveu o jornal.

O New York Times considerou que Obama "dominou claramente a parte do debate sobre economia, mas evitou dar-lhe claramente a vitória no debate".

O Chicago Tribune foi uma das publicações a indicar vitória de um dos dois, dizendo que McCain conseguiu se impor a seu adversário rumo às eleições de 4 de novembro nos EUA.

Já o Washington Post centrou seu editorial nas coincidências: "Os dois candidatos basicamente têm as mesmas idéias para combater os programas nucleares iraniano e norte-coreano, enfrentar as agressivas ações da Rússia com seus vizinhos, desenvolver a guerra no Afeganistão e para fazer avançar o processo de paz no Oriente Médio".

Para o Wall Street Journal, o debate não teve novidades, como já era previsto. "Nenhum candidato saiu dos temas previstos, nenhum atacou, e ambos ganharam nos temas que mais dominam com tranqüilidade: John McCain em política externa e Barack Obama em assuntos internos", comentou o jornal.

Por sua vez, o Chicago Tribune considerou o candidato republicano "de certa forma" vencedor.

"O grosso do debate da noite de sexta-feira ocorreu no terreno que McCain conhece melhor: os assuntos externos e as campanhas militares. Isso foi notório", enfatizou.

mk/lm

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