Iêmen deportou 16 mil supostos simpatizantes da Al Qaeda em 3 anos

Sana, 15 jun (EFE).- O vice-presidente do Iêmen, Abd al-Rab Mansur al-Hadi, anunciou hoje que seu país expulsou cerca de 16 mil supostos simpatizantes da organização terrorista internacional Al Qaeda durante os últimos três anos.

EFE |

Mansur, citado pelo jornal eletrônico "26 Septembre", órgão do Ministério da Defesa, explicou que os expulsos são de várias nacionalidades e que sua deportação do país faz parte do plano do Iêmen para combater o terrorismo.

"Muitos deles tinham participado de combates no Afeganistão", disse o alto responsável iemenita, que não especificou as cidadanias dessas pessoas, mas disse que "foram repatriadas a partir de 2005".

O Iêmen, considerado um dos redutos da Al Qaeda, foi um dos primeiros países árabes a se aliar com os EUA na luta antiterrorista após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Os organismos de segurança perseguiram nos últimos anos milhares de jovens de países árabes e asiáticos que tinham lutado contra a antiga União Soviética no Afeganistão, antes de chegar ao Iêmen no final da década de 1980 para estudar religião islâmica. EFE ja/db

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