Honduras se une à Alba e Chávez eleva influência na A. Central

Por Anahí Rama e Gustavo Palencia TEGUCIGALPA (Reuters) - Honduras se uniu na segunda-feira à Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), uma iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, com a qual espera aumentar sua influência na América Central.

Reuters |

O presidente hondurenho, Manuel Zelaya, comemorou com um ato público realizado diante de cerca de 50.000 pessoas na frente da sede da Presidência, acompanhado de Chávez; do presidente de Bolívia, Evo Morales; da Nicarágua, Daniel Ortega, e do vice-presidente de Cuba, Carlos Lage.

A Alba, agora integrada por Bolívia, Cuba, Honduras, Nicarágua, Dominica e Venezuela, nasceu como uma alternativa de integração comercial e de assistência financeira entre os países-membros impulsionada por Chávez para combater a Alca, uma fracassada iniciativa de livre-comércio continental dos Estados Unidos.

Chávez, que deu um longo discurso, defendeu sua iniciativa como forma de ajudar milhões de pobres dos países-membros e disse que se um hondurenho se opõe à Alba 'é um ignorante ou é um 'vende pátria''.

O presidente venezuelano prometeu um forte incremento no comércio com Honduras, combater o analfabetismo, ajuda alimentar, créditos para pequenos e médios produtores agrícolas e energia.

'Toda a energia que Honduras necessite ou os recursos energéticos, petróleo e seus derivados, fontes alternativas de energia...tem assegurado ao menos por 100 anos', disse Chávez, ovacionado pela multidão.

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