Homem preso nos EUA em 2001 assume ter ajudado Al Qaeda

WASHINGTON - Um homem capturado em 2001 nos Estados Unidos sob a acusação de ser combatente inimigo se declarou hoje culpado por conspiração para conseguir material para a organização terrorista Al Qaeda, informou o Departamento de Justiça americano.

EFE |

Ali Saleh Kahlah al Marri assumiu sua culpa durante uma audiência judicial realizada em um tribunal federal de Peoria, no estado de Illinois.

Marri foi levado a Peoria por ordem do presidente americano, Barack Obama. Antes, ele estava detido no estado da Carolina do Sul, onde se encontrava sob custódia militar para ser submetido a julgamento por ajudar a Al Qaeda.

O Governo do ex-presidente George W. Bush acusou Marri, um residente legal nos EUA, de ser "combatente inimigo" em 2001 e o manteve preso por mais de cinco anos em um centro de detenção da Marinha na Carolina do Sul.

O termo "combatente inimigo", utilizado pelo Executivo anterior, foi abandonado pela atual administração.

A sentença contra Marri, que pode ser condenado a até 15 anos de prisão, deve ser emitida em 30 de julho, disseram as fontes.

Pouco depois da divulgação de que Marri assumiu sua culpa, o secretário de Justiça americano, Eric Holder, emitiu uma declaração na qual assinalou que este caso é "uma triste recordação da gravidade da ameaça que, como nação", os EUA ainda enfrentam.

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