Homem mata 13 ao abrir fogo em universidade do Azerbaijão

BAKU - Treze pessoas morreram nesta quinta-feira em uma universidade do Azerbaijão quando um homem armado passou de andar em andar atirando em professores e alunos, depois que o sinal soou nas aulas da manhã.

Reuters |


Parentes das vítimas se desesperam após tragédia / AP

O homem, um cidadão georgiano de origem azeri, descrito como uma pessoa solitária pela imprensa local, está entre os mortos.

O governo afirmou que não vê motivação política por trás do massacre na prestigiada State Oil Academy, em Baku, capital da ex-república soviética de maioria muçulmana e exportadora de petróleo e gás do Mar Cáspio à Europa.

Testemunhas disseram que o tiroteio começou pouco após o início das aulas, às 9h no horário local (1h no horário de Brasília).

"Ele subiu do primeiro andar até o sexto, atirando em pessoas, principalmente na cabeça, com uma pistola Makarov", afirmou o escritório da Promotoria Pública. A Makarov é uma pistola semi-automática de fabricação russa.

No total, 13 pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas. As escadas de acesso à universidade ficaram sujas de sangue e funcionários e paramédicos carregavam corpos em sacos.

Uma testemunha afirmou que um estudante tentou deter o agressor, aproximando-se dele e gritando "não atire, não atire!", mas tomou um tiro na cabeça.

O homem matou um guarda e um faxineiro ao entrar no edifício, antes de abrir fogo contra estudantes e professores, informou a emissora de televisão azeri ANS. Dois estrangeiros, um da Síria e outro do Sudão, estão entre os mortos, disse uma fonte da polícia.

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