AMSTERDÃ ¿ Quarenta investigadores examinam nesta quinta-feira os destroços do avião da Turkish Airlines que caiu na quarta-feira próximo ao aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, na Holanda. A investigação busca descobrir as causas do acidente, que deixou nove mortos.

AP
Acidente de avião em Amsterdã deixou nove mortos

Acidente de avião em Amsterdã deixou nove mortos

Segundo Rob Stenacker, porta-voz da polícia de Schiphol, os investigadores trabalharam toda a noite, sem pausa, e devem continuar o processo durante o dia e a noite desta quinta-feira.

Fred Sanders, porta-voz da Unidade de Investigação para a Segurança, afirmou que os primeiros resultados da investigação devem ser conhecidos em algumas semanas. Mas não teremos os resultados oficiais até daqui a um ano, provavelmente, disse.

Nesta quinta, a rede de televisão holandesa NOS divulgou uma gravação que supostamente seria a conversa entre os pilotos na cabine. Nessa gravação, não há menção a nenhum eventual problema na aeronave.

A última frase do piloto na comunicação com a torre de controle é "1951 agora, muito obrigado", a cerca de cinco quilômetros da pista de aterrissagem. Um piloto ouvido pela NOS afirmou que esta última comunicação é "curta e dita às pressas", mas não mostra nenhum indício de problemas.

Das 134 pessoas que estavam a bordo do avião, nove morreram, 121 ficaram feridas e seis ainda estão em estado grave.

Theo Weterings, prefeito de Haarlemmermeer, onde fica o aeroporto, disse que entre os passageiros havia 53 holandeses, 51 turcos, um alemão, sete americanos, três britânicos, um finlandês, um tailandês, um italiano e um búlgaro. A nacionalidade de outras 15 pessoas ainda não foi determinada.

As autoridades holandesas não quiseram dar informações sobre a identidade das vítimas fatais, porque querem "ter certeza de que falaram primeiro com os parentes", disse o prefeito. Sabe-se, porém, que três dos nove mortos eram turcos e membros da tripulação.

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