Holanda acusa Rússia da morte de cinegrafista na Geórgia

Haia, 20 out (EFE) - O Governo holandês acusou hoje a Rússia da morte do cinegrafista Stan Storimans, falecido na cidade de Gori, na Geórgia, em agosto, já que a bomba de fragmentação que o matou foi disparada por um lança-mísseis encontrado apenas no arsenal russo.

EFE |

Segundo um comunicado do Ministério de Assuntos Exteriores, a conclusão se depreende das investigações realizadas pelo chanceler Maxime Verhagen, após a morte do cinegrafista holandês, de 39 anos, que trabalhava para a "RTL Nieuws" cerca de 25 quilômetros da Ossétia do Sul.

"Foi vítima de munição em cacho, disparada a partir de um tipo de lança-míssel que só é encontrado no arsenal militar russo", conclui a investigação.

O ministro considerou "muito sérias" estas revelações e se dirigiu às autoridades russas para "deixar claro que as bombas de fragmentação não devem ser utilizadas desse modo" e que "não havia tropas em Gori, e civis inocentes morreram".

Segundo a nota de imprensa, a resposta da Holanda será promover, na quinta-feira, uma declaração política perante a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) para que este tipo de bombas não seja novamente utilizado nestas circunstâncias. EFE met/db

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