Hillary reforça pressão para que Mianmar solte líder opositora

Washington, 14 mai (EFE).- A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, se declarou hoje consternada com a decisão do Governo de Mianmar de apresentar novas acusações contra a líder opositora Aung San Suu Kyi e pediu sua libertação imediata e incondicional.

EFE |

A chefe da diplomacia americana, em declarações à imprensa após se reunir com o chanceler da Malásia, Anifah Aman, se mostrou preocupada com o fato de as autoridades militares de Mianmar terem apresentado novas acusações contra a Nobel da Paz por um delito "infundado".

A líder da oposição birmanesa ingressou hoje na prisão para ser julgada por descumprir os termos da detenção domiciliar, depois da ida de um americano a sua casa, onde ficou confinada durante os últimos seis anos.

Em breves declarações, a secretária de Estado rejeitou os esforços do regime birmanês "de usar este incidente como pretexto para impor mais restrições injustificadas contra ela".

"Exigimos às autoridades birmanesas que a liberem imediata e incondicionalmente, junto com seu médico e os mais de 2.100 presos políticos", afirmou.

A chefe da diplomacia americana declarou também sua "grande admiração por Aung San Suu Kyi, por seus sacrifícios e seu amor pelo país". EFE cai/rr

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG