Hillary destaca respeito à democracia na Libéria em visita ao país

Monróvia, 13 ago (EFE).- A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em visita à Libéria, se disse feliz ao falar diante de uma legislatura escolhida democraticamente e desafiou os deputados e senadores liberianos a prepararem leis que afetem positivamente as vidas de seus compatriotas.

EFE |

Hillary discursou hoje em uma sessão conjunta das duas câmaras do Parlamento da Libéria, penúltima etapa de uma viagem por sete países da África Subsaariana que começou no Quênia e seguiu pela África do Sul, Angola, República Democrática do Congo e Nigéria.

"O futuro da Libéria está nas mãos dos liberianos. Quando o país se encontrava imerso na guerra, alguns dos senhores, hoje legisladores, empunharam as armas uns contra os outros, mas o povo exigiu paz e a paz chegou", disse Hillary, que pediu que "cada um dos legisladores seja pessoalmente responsável pelo povo".

A chefe da diplomacia americana disse que a direção que a nação seguirá dependerá da atuação de seus legisladores, "que devem colocar os interesses nacionais acima de qualquer outra consideração".

"Devem assegurar a paz, a liberdade e a justiça para todos e que essas virtudes sejam resguardadas para que o progresso seja efetivo", disse.

Durante uma entrevista coletiva após seu discurso no Parlamento, Hillary expressou sua admiração pela presidente liberiana, Ellen Johnson-Sirleaf, a única mulher líder de Estado na África.

"Admiro a Presidente Ellen por defender a democracia na Libéria.

Isso servirá de modelo para o resto da África", disse Hillary, que elogiou também a líder de Estado liberiana por seu apoio à educação primária gratuita e obrigatória em nível nacional, "o que melhorará a vida de muitos de seus compatriotas".

Hillary afirmou que, em cada um dos países que visitou em sua viagem, é importante fazer frente à corrupção e estabelecer bons Governos, a fim de atrair investimentos e assistência estrangeiros.

Após sua visita à Libéria, Hillary irá para o Cabo Verde, de onde voltará para Washington. EFE ez/pd

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