Hillary condena uso político da energia após ameaças da Rússia

BRUXELAS (Reuters) - A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, condenou na sexta-feira o uso de energia como arma política, um dia depois de a Rússia ter ameaçado cortar o fornecimento de gás para a Ucrânia, em um movimento que poderia ter afetado abastecimento na Europa. A crise parece ter sido contida na quinta-feira, depois que a estatal russa Gazprom disse que a Ucrânia havia efetuado os pagamentos que estão no centro da disputa, mas líderes europeus ficaram perturbados com os alertas do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin.

Reuters |

Hillary condenou a invasão da Geórgia pela Rússia em agosto, que ocorreu perto de um importante duto de gás que abastece a Europa, e alertou contra países que usam a energia para aumentar sua influência política.

"Nós estamos... perturbados pelo uso da energia como ferramenta de intimidação", disse ela em uma audiência no Parlamento Europeu. "Nós achamos que isso não interessa à criação de um sistema energético melhor e mais eficiente."

(Reportagem de Pete Harrison)

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