Heather Mills diz que é perseguida pela imprensa britânica

Londres, 18 nov (EFE) - Heather Mills, a ex-mulher de Paul McCartney, apresentou várias denúncias perante a Comissão de Queixas da Imprensa (PCC, em inglês) nas quais se declara vítima de assédio, de mau jornalismo e de invasão de privacidade.

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Mills, que se divorciou em março de McCartney após um conturbado processo que obrigou o ex-Beatle a pagar-lhe 24 milhões de libras (US$ 35,7 milhões), apresentou seis relatórios diferentes sobre artigos publicados nos jornais "The Sun", "Daily Mail", "Daily Express" e "London Lite".

Segundo a versão digital do jornal "The Guardian", Mills acusa o "London Lite" de acossá-la e os outros periódicos de publicar informações incorretas sobre sua vida e de invadir sua privacidade e a de sua filha de cinco anos.

"Heather pensa que a intrusão na vida de uma menina de cinco anos é imperdoável", disse ao "Guardian" o representante de Mills nos Estados Unidos, Joe Dolce.

A ex-mulher de McCartney, segundo seu advogado, quer que sejam corrigidas as notícias que não refletem a verdade.

"Heather passou tempo mais que suficiente nos últimos anos com advogados, por isso que procura uma solução amistosa" com os citados veículos de comunicação, de acordo com Dolce.

Mills, que pediu a McCartney 125 milhões de libras (US$ 186,4 milhões) após um casamento que durou seis anos, já denunciou no ano passado que havia uma "campanha de ódio" na imprensa sensacionalista para desacreditá-la e mostrá-la como "a má do filme".

"Chamaram-me de prostituta, golpista, fantasiosa e mentirosa, as coisas mais incríveis para me prejudicar, e fiquei calada pela minha filha", disse em declarações à rede de televisão "GMTV".

A ex-modelo assegurou então ter recebido ameaças de morte e de ter estado "perto do suicídio" e se queixou de "ter pior imprensa que um pedófilo ou um assassino, quando estive trabalhando em projetos sociais nos últimos 20 anos".

Um porta-voz da Comissão de Queixas da Imprensa confirmou ter recebido as notificações de Mills e ressaltou que busca "a maneira de encontrar uma regra com os periódicos em questão". EFE fpb/db

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