Hamas admite explosão que matou quatro em Gaza

O Hamas admitiu nesta sexta-feira que uma grande explosão ocorrida na Faixa de Gaza na quinta-feira foi causada por militantes que preparavam um ataque contra Israel. Membros da Brigada Ezzedine Al-Qassam estavam preparando uma operação da Jihad quando a explosão ocorreu, disse um comunicado emitido pelo Hamas.

BBC Brasil |

Pelo menos sete pessoas morreram - entre elas um bebê de quatro meses - e outras 50 ficaram feridas no incidente, que destruiu a casa de um importante militante do Hamas.

Logo após a explosão, o Hamas afirmou que se tratava de um ataque aéreo de Israel, o que foi negado pelo Exército israelense.

O grupo extremista retaliou lançando mísseis contra Israel, deixando uma mulher de 59 anos gravemente ferida.

A casa de três andares em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza, foi totalmente destruída na explosão e pertencia a Ahmed Hamouda, um líder local das Brigadas Al Qassam, braço militante do Hamas.

Na quarta-feira, o Gabinete de Segurança israelense afirmou que apoiaria a tentativa do governo do Egito de intermediar uma trégua na Faixa de Gaza.

Na quinta-feira, Amos Gilas, do setor de segurança israelense, viajou para o Cairo para uma reunião com o chefe do setor de inteligência egípcio, Omar Suleiman.

Mas, ao mesmo tempo, também deu instruções para o Exército se preparar para uma possível ação militar se as negociações fracassem.

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