Guerrilheiras das Farc detidas defendem volta à luta armada

Bogotá, 6 fev (EFE).- As guerrilheiras das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) detidas na prisão de mulheres da capital colombiana disseram, em mensagem aos companheiros que ainda estão na ativa, que esperam reencontrá-los algum dia na luta armada.

EFE |

"Da prisão, dizemos que nem os cadeados, nem os muros, nem as torturas nos dobraram", afirmaram as detidas em carta divulgada hoje pelo site dos rebeldes na internet.

A nota foi tornada pública um dia depois de as Farc entregarem o último dos seis reféns, por decisão unilateral, a qual foi anunciada em dezembro.

Na quinta-feira, o guerrilheiro Jesús Santrich, membro do Secretariado das Farc e comandante do Bloco Caribe, sugeriu que os 22 oficiais e suboficiais da Polícia que seguem em poder da guerrilha só serão libertados através da negociação de um acordo humanitário com o Governo do presidente Álvaro Uribe.

Na nota aos companheiros em armas, as "prisioneiras políticas" da Prisão de Mulheres do Bom Pastor, de Bogotá, previram que "este ano será de grandes sucessos e vitórias". EFE jgh/db

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