Guerrilha denuncia morte de civis que Governo do Sri Lanka atribui a tâmeis

Nova Délhi - A guerrilha tâmil denunciou hoje a morte de 3,2 mil civis desde o domingo em bombardeios do Exército do Sri Lanka, mas o Ministério da Defesa assegura que são os rebeldes que realizam os ataques.

EFE |

"Estão subindo as baixas civis, sem remédios nem alimentos devido às provisões limitadas ou negadas (pelo Governo) na área de sete quilômetros quadrados", assegurou o portal Tamilnet, que apóia os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE).

O chefe da Organização para a Reabilitação dos Tâmeis (TRO) - também ligada à guerrilha -, Lawrence Christy, disse hoje que mais de 3,2 mil morreram desde o domingo à tarde e pediu uma intervenção internacional para deter o "genocídio".

Os bombardeios acontecem nas áreas de Mullivaaykaal e Vadduvaakal, os únicos enclaves que estão nas mãos dos rebeldes.

Segundo o Tamilnet, o Exército cingalês utilizou canhões, metralhadoras do calibre 50, artilharia e morteiros durante os bombardeios, apesar do Governo ter ordenado em 27 de abril ao Exército que pusesse um fim no uso de armas pesadas e da aviação.

Em comunicado, o Ministério de Defesa cingalês negou as acusações da guerrilha e afirmou que, na realidade, é o próprio LTTE que ataca aos civis na área sob seu controle para propiciar uma intervenção internacional.

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