Grupos de civis e militares apóiam Chávez frente a suposto complô

Caracas, 12 set (EFE).- Grupos de simpatizantes do presidente venezuelano Hugo Chávez se reuniram hoje em frente à principal base militar de Caracas para condenar o complô que militares reformados teriam planejado para derrubar ou assassinar o líder.

EFE |

Aos manifestantes civis se uniram alguns oficiais uniformizados, assim como uma banda marcial, que executou canções militares.

Participaram do ato o ministro da Defesa, Gustavo Rangel, a presidente da Assembléia Nacional (Parlamento), Cilia Flores, e alguns ex-ministros do Gabinete de Chávez.

"Isso não é um ato político, e sim uma manifestação da união cívico-militar, porque nós também somos povo, povo em armas, mas povo afinal", disse Rangel aos presentes.

Vídeos de militares reformados falando em eliminar ou atentar contra o presidente foram divulgadas na noite da última quarta-feira em um programa da TV estatal venezuelana.

Autoridades militares abriram uma investigação e há vários oficiais detidos, embora nos próximos dias também devam ser presos alguns civis.

Além disso, o caso provocou a expulsão do embaixador americano em Caracas, Patrick Duddy.

O apresentador do programa de TV que exibiu as imagens dos militares reformados indicou que a gravação das mesmas teria sido realizada na cidade petrolífera de Maracaibo, no extremo noroeste do país, após uma suposta reunião de representantes da oposição com o cônsul americano. EFE rr/fr

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