SANAA (Reuters) - Um grupo chamado Jihad Islâmica no Iêmen disse nesta quinta-feira que pertence à Al Qaeda e prometeu mais ataques depois de fazer explodir dois carros-bomba diante da embaixada dos Estados Unidos no Iêmen, de acordo com um comunicado. Nós, da Jihad Islâmica no Iêmen, pertencemos à organização Al Qaeda e repetimos nossa exigência ao (presidente iemenita) Ali Abdullah Saleh, para que liberte nossos irmãos dentro de 48 horas, disse o comunicado, assinado pelo líder do grupo, Abu al-Ghaith al-Yamani.

O grupo ameaçou atacar 'interesses ocidentais, além das embaixadas britânicas e saudita... e assassinar importantes autoridades do Estado', segundo o comunicado, ao qual a Reuters teve acesso.

A mensagem também exigia o fechamento das embaixadas norte-americana e britânica no país. A autenticidade do comunicado não pôde ser verificada pela Reuters.

Na quarta-feira, o grupo disse estar por trás do ataque à embaixada norte-americana, que matou 17 pessoas que estavam nos portões da embaixada. O grupo também ameaçou outras partes do Golfo Árabe.

(Por Mohamed Sudam)

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