Líderes do grupo étnico Luo, do oeste do Quênia, se recusaram a aprovar um plano para promover a circuncisão masculina para tentar diminuir a contaminação pela Aids. O Conselho dos Anciãos Luo afirmou que não pode sancionar a circuncisão pois é contra a cultura da comunidade.

Uma campanha do Ministério da Saúde do país está tentando encorajar mais homens a passarem pelo procedimento oferecendo serviços de circuncisão de graça na Província de Nyanza.

Segundo pesquisas, a circuncisão reduz o risco de infecção pelo vírus HIV entre homens.

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