Gripe atinge funcionários e Buenos Aires envia 2 mil a hospitais

Buenos Aires, 1 jul (EFE).- O Governo da província de Buenos Aires anunciou hoje que reforçará os hospitais com dois mil médicos, já que cerca de 40% dos funcionários ligados a saúde da região estão ausentes do trabalho devido à gripe suína.

EFE |

O anúncio foi feito por Claudio Zin, secretário de Saúde da província de Buenos Aires, onde até o momento 29 pessoas morreram por causa da doença.

A imprensa argentina, com base em fontes de saúde oficiais de vários distritos, cifram entre 42 e 43 os mortos pela gripe na Argentina, faltando dados atualizados do ministério da Saúde. Hoje, Juan Manzur vai assumir essa pasta, depois da saída de Graciela Ocaña.

"Nesta segunda-feira, pedi ferramentas ao governador Daniel Scioli para contratar pessoal sanitário e ele me concedeu", destacou Zin em coletiva de imprensa, em que precisou que serão contratados médicos aposentados, estudantes de medicina e enfermeiras para que trabalhem no resto do inverno.

"Temos a ausência de 40%, porque os médicos e as enfermeiras também adoeceram", explicou.

O ministro indicou que é esperado para "dentro de duas semanas" o ponto crítico da gripe suína e assinalou que, além da doença, "há cinco ou seis vírus circulando pelo país".

Até sexta-feira passada, o Ministério da Saúde tinha registrado 1.587 casos da gripe, embora várias organizações de médicos já tenham dito que o número de infectados passa de dez mil no país. EFE cw/rr

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