JOHANESBURGO (Reuters) - Um segundo sindicato sul-africano do setor de transportes vai decidir na terça-feira se adere a uma greve nacional que atinge portos e ferrovias.

Milhares de trabalhadores estão parados desde segunda-feira na transportadora estatal de cargas Transnet, por causa de uma disputa salarial.

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JOHANESBURGO (Reuters) - Um segundo sindicato sul-africano do setor de transportes vai decidir na terça-feira se adere a uma greve nacional que atinge portos e ferrovias.

Milhares de trabalhadores estão parados desde segunda-feira na transportadora estatal de cargas Transnet, por causa de uma disputa salarial.

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Greve de transportes na África do Sul pode se ampliar

JOHANESBURGO (Reuters) - Um segundo sindicato sul-africano do setor de transportes vai decidir na terça-feira se adere a uma greve nacional que atinge portos e ferrovias.

Milhares de trabalhadores estão parados desde segunda-feira na transportadora estatal de cargas Transnet, por causa de uma disputa salarial.

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JOHANESBURGO (Reuters) - Um segundo sindicato sul-africano do setor de transportes vai decidir na terça-feira se adere a uma greve nacional que atinge portos e ferrovias.

Milhares de trabalhadores estão parados desde segunda-feira na transportadora estatal de cargas Transnet, por causa de uma disputa salarial.

A empresa não opera transportes de passageiros, mas a greve --que se soma a uma série de protestos populares enquanto o país se prepara para receber a Copa do Mundo de futebol, dentro de exatamente um mês-- pode afetar as exportações de carvão e minério de ferro, a distribuição e combustíveis e a navegação em geral.

O sindicato Satawu disse que a maioria dos seus 20 mil filiados está em greve por tempo indeterminado, enquanto a Utatu convocou seus membros para avaliarem o aumento salarial de 11 por cento oferecido pela Transnet, podendo aderir à paralisação na quarta-feira.

Juntos, os dois sindicatos representam 85 por cento dos 54 mil trabalhadores da Transnet.

A estatal e produtores de carvão, minério de ferro, ferro-cromo e combustível dizem que os estoques nos portos garantem o abastecimento dos consumidores nos próximos dias. Outros setores, como os exportadores de frutas, afirmam já estar sendo afetados.

A empresa elétrica Eskom afirmou que a greve não terá impacto sobre o transporte do carvão usado em suas usinas, já que a maior parte do material é deslocada por correias transportadoras, e não por trens.

Os dois sindicatos pleiteiam um aumento salarial de 15 por cento.

Os preços do carvão para pronta entrega no país não foram afetados pela greve, já que segundo fontes do setor o protesto tende a atingir o produto para exportação.

A África do Sul é um dos principais fornecedores mundiais de carvão, especialmente para usinas termoelétricas da Europa e Ásia.

A Transnet disse que 13 pessoas foram presas por incidentes durante um protesto em Durban.

(Reportagem de Agnieszka Flak)

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