Governo tibetano no exílio pede continuidade da luta pacífica

Nova Délhi, 2 set (EFE).- O Governo tibetano no exílio aproveitou hoje o 48º aniversário de sua Constituição para pedir a continuidade da luta pacífica até que se resolva o conflito no Tibete.

EFE |

O Executivo no exílio, através de um comunicado colocado em seu site, pede aos tibetanos de todo o mundo que prossigam com suas reivindicações "legítimas e não violentas".

"Durante cerca de 60 anos, suportamos a opressão de um país estrangeiro. Ao longo desses anos, muitos homens e mulheres tibetanos heróicos sacrificaram todas suas posses, incluindo suas valiosas vidas, pelo bem da religião, da cultura, da identidade nacional e da liberdade" do Tibete, diz a nota.

Além disso, o texto atribui o "sofrimento" dos tibetanos que vivem na região autônoma do Tibete às políticas "ultraesquerdistas" do "autocrático" Governo chinês.

Segundo as autoridades tibetanas, os direitos dos tibetanos foram "pisoteados", e a situação não mudará até que a China se transforme em um Estado "mais aberto, livre e transparente". EFE mb/an

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