Governo tibetano no exílio diz que protestos tiveram saldo de 203 mortos

Nova Délhi, 29 abr (EFE).- O Governo tibetano no exílio indiano afirmou hoje que 203 pessoas morreram nos distúrbios registrados durante manifestações realizadas entre os dias 10 de março e 25 de abril no Tibete e em outros pontos da China.

EFE |

Outras mil pessoas ficaram feridas e 5.715 foram detidas no Tibete e em outras províncias chinesas com forte presença tibetana, segundo um comunicado divulgado pela Administração Central Tibetana, com sede na cidade indiana de Dharamsala.

O Governo no exílio chegou a esta conclusão após examinar "meticulosamente" a informação e os dados recebidos de "diferentes fontes", acrescenta a nota.

A imprensa estatal chinesa situa o número de mortos em 23 pessoas, enquanto a emissora "Radio Free Asia" aumenta o número para 237, segundo informações do Governo tibetano, que recolheu os números de vítimas junto a diferentes veículos de comunicação.

Desde o dia 10 de março, monges budistas e parte da população civil protestaram tanto em Lhasa, capital da Região Autônoma do Tibete, como nas províncias vizinhas de Sichuan, Gansu e Qinghai como forma de recordar a fracassada rebelião de 1959. EFE mb/fal

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG