QUITO - O governo do Equador expulsou hoje o primeiro-secretário da embaixada dos Estados Unidos em Quito, Max Sullivan, a quem acusou de se envolver nos assuntos internos da Polícia Nacional.

O chanceler equatoriano, Fander Falconí, fez o anúncio em entrevista coletiva, e destacou que a decisão foi adotada depois da divulgação de um relatório do Comando da Polícia que questionava a suposta interferência do diplomata na Unidade de Investigações Especiais (UIESS). Segundo o chanceler, Sullivan tem 48 horas para deixar o país.

A porta-voz da embaixada norte-americana, Martha Youth, disse que oficiais vão informar Washington da decisão equatoriana. Por enquanto, ela não quis comentar o caso.

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