Membros do governo de Guiné-Bissau condenaram nesta sexta-feira o uso da força como meio para resolver os problemas e manifestaram apoio ao primeiro-ministro do país, que foi detido na véspera por militares rebeldes.

"Membros do governo convocados para uma sessão extraordinária examinaram os acontecimentos de quinta-feira, durante os quais o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior foi sequestrado por um grupo de soldados, colocando em risco a ordem constitucional", afirma um comunicado.

"Eles expressaram seu respalado ao primeiro-ministro e condenaram com firmeza o uso da força como meio para resolver os problemas do país", acrescenta.

A residência do premier detido permanecia sob custódia dos militares rebeldes nesta sexta-feira.

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