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Governo de Evo Morales cumprimenta mudança histórica nos EUA

La Paz, 20 jan (EFE).- O Governo da Bolívia cumprimentou hoje a mudança histórica que representa o juramento de Barack Obama como novo presidente dos Estados Unidos, embora tenha se mostrado à espera dos eventos para a melhora nas relações entre ambos os países.

EFE |

O ministro das Relações Exteriores da Bolívia, David Choquehuanca, disse que com o novo presidente americano se "reaviva o fogo da igualdade, liberdade e justiça, e representa uma autêntica esperança para todo o mundo".

"Não só representa esperança para o povo americano, mas para todos os países do mundo", assegurou Choquehuanca.

O chanceler boliviano desejou que a mudança que o mandato de Obama representa também inaugure um novo princípio na relação dos Estados Unidos com toda a América Latina e com a Bolívia, apesar de pedir para esperar os eventos para avaliar o novo Governo americano.

Choquehuanca insistiu na vontade de relação "positiva" com os Estados Unidos sob umas novas regras com a administração Obama.

Além disso, o ministro das Relações Exteriores assegurou que além de melhorar as relações políticas, o Governo boliviano tem muitos temas para trabalhar com os Estados Unidos, como a luta contra o narcotráfico.

A esta mensagem se uniu o vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, que em declarações à imprensa local mostrou o interesse da Bolívia de estabelecer relações comerciais com os EUA sempre que não aconteçam ingerências nos assuntos internos.

As relações entre Bolívia e EUA estão em um momento crítico, depois que o presidente Evo Morales expulsou o embaixador americano em La Paz, Philip Goldberg, sob a acusação de conspirar contra ele.

Washington replicou com a mesma medida contra o embaixador Gustavo Guzmán e posteriormente cancelou os benefícios tarifários para a Bolívia que concede aos países da região andina como compensação em seus esforços contra o narcotráfico.

Os EUA justificaram sua decisão na falta de cooperação de La Paz na luta contra as drogas, o que foi negado pelo Governo boliviano, que em reiteradas ocasiões expressou seu desejo que Obama reveja a medida. EFE vs/ma

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