Governo britânico relativiza rejeição iraquiana a plano de permanência

Londres, 21 dez (EFE).- O ministro da Defesa do Reino Unido, John Hutton, minimizou hoje importância da recusa do Parlamento iraquiano em aprovar um projeto de lei pelo qual se permitia que as tropas britânicas continuassem no país após o final do mês.

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Em declarações à emissora "Sky News", Hutton disse que continuava confiando em que se chegará finalmente a um acordo com Bagdá, já que esse Governo quer que a presença militar britânica no país continue até 31 de julho, data fixada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, para a retirada definitiva.

O político trabalhista acrescentou, no entanto, que foi elaborado um plano de contingência para o caso de que não se alcance esse acordo até 1º de janeiro, data em que termina o atual mandato das Nações Unidas que regula a presença britânica no país árabe.

Hutton não quis discutir os detalhes desse plano, mas disse que os soldados do Reino Unido não sairiam às ruas das cidades iraquianas "se não houver um acordo", porque "segurança deles é nossa máxima prioridade".

O Parlamento iraquiano rejeitou pela segunda vez no sábado um projeto de lei que permitiria às forças britânicas e de outros países diferentes dos EUA continuarem no local até o final de julho.

As forças dos EUA estão no Iraque em virtude de outro acordo, aprovado este mês e que autoriza sua presença até 2011.

O plano rejeitado pelo Parlamento tinha sido proposto pelo primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, e permitiu a Brown anunciar na quinta-feira passada o calendário de retirada definitiva das forças militares britânicas do país árabe. EFE jr/an

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