Os violentos protestos de moradores de Caranavi, região agrícola da Bolívia, que a Polícia do país tenta sufocar desde sexta-feira, revelam uma "ação política armada", disse neste sábado o governo, um dia depois de ter denunciado um plano para derrubar o presidente Evo Morales." /

Os violentos protestos de moradores de Caranavi, região agrícola da Bolívia, que a Polícia do país tenta sufocar desde sexta-feira, revelam uma "ação política armada", disse neste sábado o governo, um dia depois de ter denunciado um plano para derrubar o presidente Evo Morales." /

Governo boliviano denuncia 'ação política armada' em violento protesto regional

Os violentos protestos de moradores de Caranavi, região agrícola da Bolívia, que a Polícia do país tenta sufocar desde sexta-feira, revelam uma "ação política armada", disse neste sábado o governo, um dia depois de ter denunciado um plano para derrubar o presidente Evo Morales.

AFP |

Os violentos protestos de moradores de Caranavi, região agrícola da Bolívia, que a Polícia do país tenta sufocar desde sexta-feira, revelam uma "ação política armada", disse neste sábado o governo, um dia depois de ter denunciado um plano para derrubar o presidente Evo Morales.

Um contingente de 700 policiais recuperou na sexta-feira uma estrada ocupada há doze dias por moradores de Caranavi, 140 km ao norte de La Paz. Os confrontos continuavam neste sábado, constatou um repórter da AFP.

"Temos a informação que nos leva a concluir que não estamos falando de uma mobilização social, não estamos falando de uma organização que pretende fazer ouvir suas justas reivindicações, estamos falando de uma ação política armada", disse o ministro do Interior, Sacha Llorenti, em La Paz.

De acordo com o governo, quatro policiais foram feridos a tiros, um civil ficou gravemente ferido e dezenas de pessoas foram detidas, enquanto os moradores de Caranavi denunciaram a existência de dois jovens mortos, versão negada por Llorenti.

Os moradores de Caranavi -que em seus protestos queimaram o comando regional da Polícia- exigem a instalação de uma usina processadora de frutas cítricas no lugar, pedido também reivindicado por seus vizinhos de Alto Beni.

rb/dm

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