Governo americano renova alerta sobre ameaça terrorista mundial

Washington, 29 jul (EFE).- O Governo dos Estados Unidos renovou hoje o alerta de viagens, chamado Precaução Mundial, no qual adverte sobre a permanente ameaça de ações terroristas e de violência contra cidadãos americanos e interesses americanos no mundo.

EFE |

No alerta, que substitui o aviso emitido pelo Departamento de Estado em 2 de fevereiro, o Governo adverte que, em alguns países, a recessão mundial contribuiu à instabilidade política e econômica e gerou conflitos sociais.

Na advertência, que costuma ser atualizada a cada seis meses, os Estados Unidos expressam preocupação com as "persistentes ameaças de atentados terroristas, manifestações e outros atos violentos contra cidadãos e interesses americanos no exterior".

O Departamento de Estado adverte sobre informações que "sugerem que a Al Qaeda e organizações filiadas seguem planejando atentados terroristas contra interesses americanos em várias regiões, incluindo Europa, Ásia, África e Oriente Médio".

O Governo explica que as táticas dos terroristas podem incluir desde operações suicidas até assassinatos, sequestros, roubos de carros à mão armada e a detonação de explosivos.

Os Estados Unidos destacam que os recentes atentados e sequestros "demonstram o desejo permanente dos extremistas de atacar alvos ocidentais".

Os EUA alertam para o uso de armas convencionais e não convencionais por parte de extremistas, e de alvos oficiais e privados que podem incluir atos esportivos de alto perfil, áreas residenciais, negócios, escritórios, hotéis, bares, restaurantes, lugares religiosos e escolas, assim como os sistemas de transporte.

O Departamento de Estado americano expressa a preocupação em uma lista por regiões, que incluem Oriente Médio e o norte, o leste e o oeste da África, e o sul e centro da Ásia.

O Governo alerta para possíveis ações violentas contra cidadãos e interesses americanos no Oriente Médio, incluindo a região do Mar Vermelho, o Golfo Pérsico, a península arábica e o norte da África.

EFE cae/db

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