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George Clooney: Dói fazer 47 anos

Madri, 14 mai (EFE) - Aos 47 anos recém-completados, o ator americano George Clooney confessa que dói ter essa idade, mas afirma que ainda tem muito a fazer como ator, diretor ou em seu trabalho solidário como embaixador humanitário na África para diversas organizações. Em entrevista publicada hoje na revista Hola e realizada por Isabel Preysler, ex-esposa do cantor Julio Iglesias, Clooney lembra seu começo como ator, analisa seu presente e revela alguns de seus planos para o futuro. Uma semana após completar 47 anos, o intérprete de Plantão Médico, a série de televisão com a qual foi alçado à fama nos anos 90, diz que está surpreso com suas conquistas, mas não satisfeito. Tive mais sucesso do que jamais pensei, portanto venci, mas não parece que tenha sido incrível. Não estou satisfeito.

EFE |

Acho que ainda resta muito a fazer", diz.

Ganhador de um Oscar em 2005 por seu papel em "Syriana - A Indústria do Petróleo", ele confessa que não acredita que vença outras estatuetas e afirma que está centrado em sua faceta como diretor.

Sobre essa nova área de atuação, diz sentir-se satisfeito, mas reconhece que até o momento "não foi muito bem".

O ator se refere ao filme "O Amor não tem Regras", no qual, além de dirigir, divide cena com a atriz Renée Zellweger, de quem é amigo "há 12 anos" e com quem queria trabalhar.

"Foi uma espécie de fracasso nos Estados Unidos, mas fiz o filme que queria fazer, e o dinheiro será recuperado", afirmou.

Tendo o Pacífico de fundo, Clooney explica na "Hola" seu trabalho como enviado da paz da ONU, organização com a qual colabora nas tarefas humanitárias realizadas em locais como Darfur, Congo e Chade.

"Sou forte partidário da ONU, mas também sou seu maior crítico, porque tem uma responsabilidade com o Conselho de Segurança de conseguir ajuda, e, às vezes, não faz isso", lembra.

O protagonista de "Onze Homens e um Segredo" lembra a viagem que fez, no início de 2006, com seu pai, jornalista, a Darfur, no Sudão, para gravar uma reportagem sobre a situação que a população estava vivendo.

"Tive malária das fortes. Cheguei a perder 8 quilos. Essa experiência me fez pensar nas milhões de pessoas que morrem todos os anos porque não têm remédios", afirma.

Antes de encerrar a entrevista e ir a uma festa organizada pela modelo Cindy Crawford e seu marido, o empresário Rande Gerber, em sua casa de Malibu, o ator dirigiu palavras carinhosas a sua família e a seus amigos, os quais considera "seu maior triunfo". EFE ajs/db

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