Nova York, 25 set (EFE).- A chanceler do Governo de Manuel Zelaya, Patricia Rodas, reiterou hoje a denúncia que as autoridades de fato de Honduras jogaram gases tóxicos contra a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o presidente deposto se refugia, e deu os nomes das empresas que os venderam.

"Fontes da inteligência militar leais a Zelaya nos informaram que os químicos e armas de ataque foram proporcionados pelas empresas Alfacom e Intercom", disse nesta sexta-feira Patrícia durante uma entrevista coletiva em Nova York.

A ministra das Relações Exteriores hondurenha assiste aos debates da 64ª Assembleia Geral da ONU, na qual seu país ainda não discursou e está ainda na espera de fazê-lo na próxima semana.

Essas duas empresas ficam em Tegucigalpa, e seriam propriedade do cidadão israelense Yehuda Leitner, que "serviu de intermediário com Israel. Entraram (no país) em um voo privado nos últimos dias", explicou Patrícia. EFE emm/ma

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