A economia mundial deve se recuperar este ano, mas os riscos persistem, consideraram nesta sexta-feira os países do G7, comprometendo-se a evitar as restrições impostas ao comércio internacional.

Ao término de uma reunião em Washington, os sete países mais ricos do mundo prometeram fazer "tudo que for necessário" para reativar o crescimento e, principalmente, "continuar injetando capital nas instituições financeiras", segundo o comunicado final da reunião.

Eles também prometeram "tomar todas as providências necessárias para garantir a solidez das instituições cuja importância é vital para o conjunto do sistema financeiro".

"Os dados recentes sugerem que o ritmo do declínio de nossas economias diminuiu, e que alguns sinais de estabilização estão aparecendo", diz o comunicado.

"A atividade econômica deve se recuperar ainda este ano", destaca o texto.

O G7 frisou que está "vigiando de perto o mercado dos câmbios, para evitar movimentos repentinos" que poderiam ter "consequências prejudiciais para a estabilidade econômica e financeira".

O G7 reiterou o compromisso de seus membros em cooperar para reformar a regulamentação financeira, insistindo na necessidade de "esforços nacionais" neste sentido.

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