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Furacão Dolly perde força ao atingir solo no Texas

(atualiza com boletim das 18h de Brasília) Miami, 23 jul (EFE) - O furacão Dolly perdeu força ao se deslocar sobre terra e os ventos máximos sustentados desceram de 150 a 140 km/h, mas continua sendo um furacão de categoria um, informou hoje o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

EFE |

O furacão, o segundo da temporada do Atlântico, tocou terra hoje em South Padre Island (Texas, EUA) como ciclone de categoria dois com ventos máximos sustentados de 160 km/h.

Os meteorologistas do NHC indicaram que o olho de "Dolly" tocou às 15h de hoje terra em South Padre Island, 60 quilômetros ao nordeste de Brownsville e 65 quilômetros ao lés-sudeste de Raymondville.

O olho de "Dolly" estava localizado às 18h (em Brasília) de hoje perto da latitude 26,6 graus norte e longitude 97,6 graus oeste, a 80 quilômetros ao norte de Brownsville, Texas.

O fenômeno se deslocava rumo ao noroeste a 13 km/h e se prevê um giro gradual para oés-noroeste nos próximos dias.

"A trajetória trará 'Dolly' à terra mais para dentro do sul do Texas", precisou o NHC.

Permanece em vigor um aviso de furacão (passagem do sistema em 24 horas) para a costa do Texas, de Brownsville até o sul de Baía de Baffin, e para o nordeste do litoral mexicano, desde Rio San Fernando até a fronteira norte entre México e Estados Unidos.

O aviso de furacão e a vigilância de tempestade tropical (passagem do sistema em 36 horas) foram suspensos desde La Pesca até o sul de Rio San Fernando, no México.

"Dolly" pode gerar, em sua passagem, fortes chuvas que desencadeariam inundações em amplas áreas do sul do Texas e no nordeste do México.

O NHC advertiu também sobre a possibilidade de que se produzam hoje tornados isolados em zonas do sul do Texas.

Durante a presente temporada atlântica, que começou em 1º de junho e termina em 30 de novembro, se formaram quatro tempestades tropicais, "Arthur", "Cristóbal", "Bertha" e "Dolly", sendo que as duas últimas se transformaram em furacões.

Os meteorologistas prevêem que a temporada será "ligeiramente mais ativa" que o normal, com a formação de entre seis e nove furacões e de 12 a 16 tempestades tropicais. EFE so/db

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