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Furacão Bill ganha força e pode chegar à categoria 2

Miami, 17 ago (EFE).- O furacão Bill, o primeiro da atual temporada no Atlântico, ganhou hoje intensidade, ao alcançar ventos máximos sustentados de 150 km/h, e está prestes a subir para a categoria dois em direção às Bermudas.

EFE |

Um furacão chega à categoria dois na escala de intensidade Saffir-Simpson, quando seus ventos máximos sustentados sobem para 154 km/h.

O Centro Nacional de Furacões (NHC, em inglês) dos Estados Unidos indicou em seu boletim das 12h de Brasília que o centro de "Bill" estava situado a essa hora perto da latitude 14,1 graus norte e da longitude 45,2 graus oeste, a 1,735 mil quilômetros das Antilhas menores.

"Bill", um furacão de categoria 1 na escala de intensidade Saffir-Simpson, se movimenta a 26 km/h em uma direção oés-noroeste e o NHC prevê que mantenha esta trajetória nas próximas 48 horas.

Os meteorologistas do NHC advertiram que o ciclone poderia ganhar força nas próximas 48 horas e "se transformar em um furacão de categoria maior (3, 4 e 5) na próxima quarta-feira".

Segundo as projeções por computador do NHC, o furacão "Bill" mantém uma trajetória noroeste e seu centro passaria ao leste das ilhas do Caribe por volta da quinta-feira no Atlântico Norte, com direção às Bermudas.

Enquanto isso, a depressão tropical "Ana", que apresenta ventos máximos sustentados de 55 km/h, está provocando fortes chuvas em sua passagem por Porto Rico, e deve perder força.

A outra tempestade que se formou no domingo em frente à costa do noroeste da Flórida, "Claudette", perdeu intensidade hoje e tornou-se uma depressão tropical, após atingir o sudoeste do Alabama e noroeste de Pensacola (Flórida), e deve se dissipar ao longo do dia.

As três tempestades dos últimos dias - "Ana, "Bill", e "Claudette" - coincidem com o período de mais atividade, de meados de agosto até meados de setembro, da temporada de furacões.

A temporada de furacões no Atlântico - que começa em 1º de junho e termina em 30 de novembro - tinha registrado até esta semana muito pouca atividade, devido à presença do fenômeno do "El Niño" no Pacífico.

"El Niño" inibe a formação de furacões no Atlântico e tem o efeito contrário no Pacífico.

A Administração de Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA prevê para esta temporada a formação de entre 7 e 11 tempestades tropicais, de 3 a 6 furacões - incluindo um ou dois de categoria 3, 4 ou 5, as maiores na escala de intensidade Saffir-Simpson. EFE emi/an

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