Furacão Paloma pode atingir categoria 3 antes de chegar a Cuba

MIAMI - O furacão Paloma, que se fortaleceu esta noite em seu caminho rumo ao centro de Cuba, poderia ganhar intensidade e alcançar a categoria três antes de chegar à ilha, informou hoje o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos.

EFE |

Paloma, que se transformou na quinta-feira no oitavo furacão da temporada de ciclones do Atlântico deste ano, é um ciclone de categoria um na escala de intensidade de Saffir-Simpson, de um máximo de cinco.

AFP

Foto de satélite mostra Paloma em direção a Cuba


Os especialistas do NHC, com sede em Miami, informaram no boletim das 10h (horário de Brasília) de hoje que "o Paloma poderia se fortalecer esta tarde até alcançar a categoria dois e possivelmente subir para a categoria três amanhã".

Paloma é um ciclone de categoria um com ventos de 130 km/h, e seu olho estava localizado próximo da latitude 18,1 graus norte e da longitude 81,6 graus oeste, a cerca de 135 quilômetros ao su-sudoeste de Gran Caimán e 395 quilômetros a oeste de Montego Bay, na Jamaica.

Permanece vigente um aviso de furacão (passagem do sistema em 24 horas) para as Ilhas Cayman e o Governo de Cuba emitiu uma vigilância de furacão (passagem do sistema em 36 horas) para as províncias de Sancti Spiritus, Ciego de Ávila, Camagüey, Las Tunas e Granma.

Os meteorologistas recomendaram que a Jamaica e o centro das Bahamas acompanhem o progresso do furacão.

Paloma se desloca rumo ao norte com uma velocidade de translação de 13 km/h e se espera que mantenha hoje esta trajetória para girar de forma gradual rumo ao nordeste esta noite ou amanhã, segundo o NHC.

De acordo com um provável padrão de trajetória do NHC, o centro do Paloma passará próximo das Ilhas Cayman "hoje pela tarde ou na madrugada de amanhã" e ameaça chegar a Cuba no domingo.

Na atual temporada de ciclones no Atlântico, que começou em 1º de junho e termina em 30 de novembro, foram formadas 16 tempestades tropicais e oito furacões, incluindo o "Paloma".

Os meteorologistas da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA previram que esta temporada seria muito ativa, com a possível formação de 14 a 18 tempestades tropicais, das quais entre sete e dez poderiam se transformar em furacões. 

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