Furacão Paloma ganha força e segue para Cuba

Por Shurna Robbins GEORGE TOWN (Reuters) - O furacão Paloma se fortaleceu para a extremamente perigosa categoria 4 neste sábado, à medida que atingia o rico território britânico das Ilhas Cayman no Caribe e se dirigia para Cuba, recentemente atingida por outros furacões.

Reuters |

O olho do furacão Paloma acabou de passar pelo leste da Grand Cayman, principal ilha do arquipélago e que abriga mais de 50 mil pessoas em um importante centro financeiro, mas os danos parecem ter sido leves e não havia relatos imediatos de mortes.

"Não há danos para o centro de George Town, onde a parte principal do setor financeiro está localizada", disse Cindy Scotland, representante da autoridade monetária das Ilhas Cayman. "Então, não há razão para crer que há qualquer tipo de dano na infra-estrutura do setor de serviços financeiros."

"A autoridade monetária não espera quaisquer relatos de interrupção importante nos negócios, talvez nenhuma", afirmou.

Cuba, que já foi atingida neste ano pelos furacões Gustav e Ike, declarou estado de emergência nas regiões central e leste da ilha, cancelando todo o transporte aéreo e rodoviário e iniciando a retirada de centenas de milhares de moradores.

Autoridades divulgaram o fim dos riscos no início deste sábado para Grand Cayman, mas advertiram os moradores a circular com cuidado. Algumas partes da ilha ficaram sem energia e as ruas de George Town foram tomadas por galhos de árvores.

O furacão Paloma apresentava ventos de cerca de 140 milhas por hora (225 quilômetros por hora) no início deste sábado, à medida que a tempestade se dirigia para um grupo de ilhas menores, Cayman Brac, que abriga 1,8 mil pessoas, e Little Cayman, com população de cerca de 100 pessoas.

(Reportagem adicional de Marc Frank em Havana)

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