Pouco antes de tomar posse como o primeiro presidente de esquerda de El Salvador, o jornalista Mauricio Funes prestou homenagem ao arcebispo assassinado de San Salvador Oscar Romero, e prometeu dar continuidade a seu legado de manter uma opção preferencial pelos pobres.

O presidente eleito chegou à cripta dos bispos localizada na catedral central de San Salvador. "Prometi que faria um governo, tal como sonhou Monsenhor Romero", disse Funes.

Segundo ele, o religioso assassinado é "o guia espiritual, o mentor de uma nova forma de fazer política".

Considerado a "voz dos sem voz", o arcebispo Romero foi assassinado por um franco-atirador contratado pela ultradireita, no dia 24 de março de 1980 enquanto celebrava missa num hospital de câncer.

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